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Produto próprio

APsso — um login só para toda a TI da empresa

Uma plataforma de login único que não para no servidor de identidade: entrega o portal onde o usuário vê e acessa os sistemas que pode usar, entrada por passkey (sem senha) com a credencial permanecendo no diretório LDAP ou Active Directory que você já tem, administração simples de usuários, perfis e sistemas — e um cadastro de pessoas que os seus sistemas corporativos estendem, em vez de duplicar.

Portal de Sistemas MR Maria R.
Seus sistemas · acesso liberado
Banco de dados
Drive de arquivos
Monitoração
Repositórios
Cofre de senhas
ERP interno
Financeiro
RH
Equipes
login único · 2 sistemas sem perfil concedido

Cada sistema com seu login é um problema que só cresce

Não é só incômodo do usuário: é risco de segurança, custo de suporte e uma pergunta de auditoria que ninguém consegue responder direito.

Uma senha para cada sistemaSeis sistemas, seis senhas — que na prática viram uma senha repetida em todos, ou um bilhete colado no monitor.

Quem acessa o quê vive numa planilhaMantida à mão, desatualizada, e que ninguém consegue conferir contra o que os sistemas de fato permitem hoje.

Desligamento que não revoga nadaO e-mail é bloqueado no mesmo dia; o acesso ao ERP, ao drive e ao banco continua ativo por meses.

Painel de controle preso à hospedagemA ferramenta que administra usuários e serviços é a mesma dos anos 2000, amarrada ao servidor de hospedagem e incapaz de enxergar os sistemas modernos da empresa.

Servidor de identidade que ninguém operaUma solução genérica foi instalada, ficou complexa demais para o time manter e virou mais um sistema que só uma pessoa entende.

A mesma pessoa cadastrada em cinco lugaresRH, portal, sistema acadêmico, chamados e ERP, cada um com sua versão do nome e do contato — e nenhum sabe qual está certa.

O usuário não sabe onde clicarCada sistema tem uma URL diferente, guardada nos favoritos de alguém. Gente nova leva semanas para descobrir o que existe.

Quatro módulos que trabalham juntos

O APsso não é só o servidor que emite o token. Ele entrega também as telas que a empresa realmente precisa no dia seguinte à instalação — em português, prontas para usar.

login

Interface de Login

O servidor de identidade propriamente dito, falando OAuth 2.0 e OpenID Connect — os padrões que praticamente todo sistema moderno entende.

  • Tela de login única para todos os sistemas
  • Passkey: entrada por biometria ou PIN do aparelho
  • Senha, quando existir, mora só no diretório LDAP/AD
  • Sessão compartilhada: entrou uma vez, entrou em todos
  • Encerramento de sessão centralizado
portal

Portal de Sistemas

A porta de entrada do usuário: um painel que mostra só os sistemas que aquela pessoa pode acessar, com um clique para entrar em cada um.

  • Fim da lista de URLs nos favoritos
  • Sistema novo aparece sozinho para quem tem perfil
  • Quem entra na empresa se localiza no primeiro dia
  • Serve tanto sistemas internos quanto ferramentas de TI
controle

Módulo de Controle

A administração da plataforma: quais sistemas existem, quais perfis cada um tem e quem recebeu o quê — sem editar banco na mão.

  • Cadastro de sistemas e de perfis por sistema
  • Concessão e revogação de acesso com registro
  • Ambientes separados (produção, homologação)
  • Visão de quem acessa o quê, em tela, não em planilha
equipe

Gestor de Equipes

O cadastro-base de pessoas da organização — e a base que os sistemas do cliente estendem com os dados do domínio deles.

  • Dados essenciais da pessoa, sem duplicar cadastro
  • Equipes e hierarquia refletindo a empresa real
  • Estendível: o RH acrescenta matrícula, cargo e vínculo
  • Desligamento em um lugar, efeito em todos os sistemas
O diferencial do produto

Serviços de TI que se plugam no mesmo login — e aparecem no portal do usuário

Aqui o APsso deixa de ser "mais um servidor de identidade" e vira a camada onde a TI da empresa se organiza. Cada serviço abaixo já entra autenticado pelo APsso, com as permissões vindas do mesmo lugar — é a função que os painéis de controle antigos cumpriam, feita para os serviços que as empresas usam hoje.

Banco de dadosAdministração do PostgreSQL pelo navegador, com acesso concedido pelo perfil — sem distribuir senha de banco para a equipe.
Drive de armazenamentoArquivos corporativos com pastas compartilhadas, versionamento e edição de documentos no navegador — no seu servidor, não numa nuvem de terceiro.
MonitoraçãoPainéis de métricas, logs e alertas da infraestrutura, abertos direto do portal por quem tem perfil para ver. Ver observabilidade.
Repositórios de códigoGit privado da empresa, com as contas nascendo do mesmo cadastro de pessoas — sem convite manual a cada contratação.
Cofre de senhas e segredosAs credenciais da empresa acessíveis pelo mesmo login, com permissão por caminho. Detalhado em gestão de segredos.
Diretório de usuáriosServiço de diretório LDAP para os sistemas que ainda dependem dele, alimentado pelo mesmo cadastro central.
Os sistemas da sua empresaERP, CRM, sistema de chamados, aplicação feita sob medida: qualquer um que fale OIDC entra no portal como mais um bloco.
Sistemas de fornecedoresFerramentas de terceiros compatíveis com login corporativo passam a usar o mesmo acesso — e saem junto no desligamento.
O próximo serviçoO catálogo não é fechado: qualquer aplicação compatível com OAuth 2.0/OIDC vira um item do portal, sem tocar no que já está funcionando.
Como um serviço novo entra

Registra-se o sistema no Módulo de Controle, definem-se os perfis dele, e a aplicação é apontada para o APsso como provedor de identidade — o mesmo procedimento que você faria com qualquer provedor de login corporativo, porque o protocolo é padrão. A partir daí ele aparece no portal de quem tem perfil concedido, e some do portal de quem não tem. Nenhuma alteração nos sistemas que já estavam plugados.

Isto não é protótipo O APsso está em produção autenticando os serviços do nosso próprio cluster — Git privado, administração de banco, painéis de monitoração, drive de arquivos com edição online e cofre de segredos — além dos sistemas de negócio dos nossos clientes. A demonstração é feita no ambiente real, não em slide.

Passkey na entrada, senha só no diretório

Duas decisões que mudam a postura de segurança da empresa sem exigir nada do usuário: a entrada moderna passa a ser sem senha, e a senha que ainda existir continua guardada onde sempre esteve — no diretório corporativo, não numa base nova.

Entrada por passkey

O usuário entra com a biometria ou o PIN do próprio aparelho — celular, notebook ou chave física. Nada para digitar, nada para lembrar, nada para anotar num papel.

Resistente a phishing

A credencial de passkey é presa ao endereço real do seu login e nunca sai do dispositivo. Site clonado não consegue usá-la, e não há senha para o usuário entregar sem perceber.

A senha fica no diretório

Quando ainda houver senha, ela vive só no LDAP — a plataforma não mantém uma segunda base de senhas. A política que o diretório já aplica (expiração, complexidade, bloqueio) continua valendo, sem duplicidade.

Sobre o diretório que você tem

Serve tanto um LDAP aberto quanto o Active Directory da empresa. As contas continuam onde estão e no processo que o time já conhece — o APsso entra por cima, não no lugar.

Portal com a cara da sua organização

O portal é customizável: identidade visual, nome, disposição dos blocos e a nomenclatura que a sua empresa usa de verdade. O usuário não sente que está num sistema de fornecedor — sente que está no portal da instituição dele, o que é justamente o que faz a adoção acontecer sem treinamento.

Administração que o RH consegue operar

Cadastrar pessoa, montar equipe, conceder perfil num sistema e revogar acesso são telas simples, em português, feitas para serem usadas por quem cuida de pessoas — não por quem entende de protocolo de identidade. A parte técnica fica com quem instalou; o dia a dia fica com você.

A base sobre a qual os seus sistemas crescem

O cadastro de pessoas que os seus sistemas estendem — em vez de duplicar

Este é o ponto que separa o APsso de um servidor de identidade comum. O Gestor de Equipes mantém o cadastro-base da pessoa: quem ela é, seus identificadores e seus dados essenciais. Os sistemas corporativos do cliente estendem essa base com os atributos do domínio deles — e o portal passa a conhecer o usuário por esses atributos sem precisar conhecer o sistema que os produziu.

Como funciona na prática
1
A base: quem é a pessoaO Gestor de Equipes guarda o essencial e estável — identificação, contato, equipe, situação. É o registro único da pessoa na organização, e é dele que nascem as contas nos sistemas plugados.
o sistema do cliente acrescenta o que é dele
2
O sistema corporativo estendeO RH acrescenta matrícula, cargo, lotação e vínculo. O acadêmico acrescenta curso, turma e situação de matrícula. O comercial acrescenta carteira de clientes e meta. Cada sistema guarda o que é do domínio dele — sem recriar a pessoa, e sem que a base precise ser alterada para acomodar cada novo sistema.
e a informação volta enriquecida para o acesso
3
O portal passa a conhecer o usuárioA pessoa deixa de ser "um login" e passa a ser funcionário, docente, aluno, terceirizado — com lotação e vínculo. O portal usa isso para decidir o que mostrar, e os demais sistemas recebem essa informação no próprio login, sem integrar com o sistema de RH.
e um lugar só encerra tudo
4
Um desligamento, um efeitoA pessoa é a mesma em todos os sistemas, então encerrar o vínculo na base encerra o acesso em toda a cadeia — inclusive naqueles sistemas que ninguém lembra que existem.
A diferença, num exemplo real

Num portal institucional comum, o usuário que entra é apenas uma conta: o sistema sabe autenticá-lo e nada mais — não existe vínculo, e cada sistema precisa descobrir por conta própria se aquela pessoa é funcionário, docente ou aluno, normalmente integrando com o RH ou com o acadêmico. No APsso o vínculo já vem junto da identidade, porque o sistema de origem estendeu o cadastro-base. O portal sabe quem entrou e o que aquela pessoa é na organização.

O que isso significa para quem desenvolve Um sistema novo do cliente não começa do zero: ele nasce sobre uma base de pessoas, equipes, perfis e login que já existe e já está em produção. O time entrega a regra de negócio; cadastro, autenticação e controle de acesso vêm prontos.
Fim do cadastro em triplicata A mesma pessoa deixa de ser cadastrada de novo em cada sistema — com nome escrito de três jeitos e um deles sempre desatualizado.
Integração que não vira teia Os sistemas conversam com a base, não uns com os outros. Um sistema novo não exige N integrações novas — exige uma.
Cada dado com seu dono O RH continua dono dos dados de RH; o acadêmico, dos acadêmicos. A base não centraliza informação sensível que não lhe pertence — ela só sabe que existe.

APsso, Keycloak e o painel de controle legado

Comparação honesta: o Keycloak é um excelente servidor de identidade, e não temos interesse em fingir o contrário. A diferença está no que vem junto — e em quem precisa operar o conjunto depois.

Critério APsso
plataforma de acesso + serviços
Keycloak
servidor de identidade
Painel legado
cPanel e similares
O que é Login único + portal do usuário + administração de acessos + catálogo de serviços Servidor de identidade completo e maduro, para você construir o resto em volta Painel de administração de hospedagem, com usuários e serviços do próprio servidor
Portal para o usuário final Sim — mostra os sistemas que a pessoa pode acessar Não é o objetivo: entrega telas de conta e de administração, não um portal de sistemas Sim, mas limitado aos recursos da hospedagem
Permissão por sistema Nativa e obrigatória: sem perfil concedido, o login é recusado para aquele sistema Existe o modelo de papéis por cliente; a política de negócio é construída por você Permissão por conta de hospedagem, não por sistema corporativo
Entrada sem senha (passkey) Sim, como forma de entrada da plataforma — biometria ou PIN do próprio dispositivo Suporta o padrão; habilitar e ajustar o fluxo é configuração do administrador Não — usuário e senha do painel
Onde a senha fica Só no diretório LDAP/AD — a plataforma não mantém uma segunda base de senhas Pode federar com LDAP/AD ou manter base de credenciais própria, conforme a configuração Base própria do painel
Portal customizável Sim: identidade visual, blocos e nomenclatura da organização Telas de login personalizáveis por tema; não há portal de sistemas para o usuário final Aparência limitada ao modelo do painel
Cadastro de pessoas estendido pelos seus sistemas Sim — é o diferencial: RH, acadêmico ou comercial acrescentam seus atributos e o portal passa a conhecer o vínculo Permite atributos personalizados no usuário; o modelo de pessoas, equipes e vínculos do negócio é você quem constrói Não se aplica
Serviços agregados Banco, drive, monitoração, repositórios, cofre e sistemas próprios plugados e prontos Nenhum — integrar cada serviço é projeto à parte E-mail, FTP, banco e site do próprio servidor
Serviços modernos Contêineres, cluster, observabilidade e ferramentas de engenharia Agnóstico: integra com o que você configurar Não alcança: nasceu para hospedagem tradicional
Esforço para operar Baixo: a plataforma é entregue configurada e operada por quem a desenvolve Médio a alto: exige quem conheça a ferramenta a fundo para manter e atualizar Baixo, mas em troca de ficar preso ao modelo dele
Idioma e suporte Português, com suporte falando com você direto de Bauru–SP Comunidade internacional; suporte comercial via fornecedores Depende do revendedor da licença
Padrões abertos OAuth 2.0 e OpenID Connect — sem protocolo proprietário OAuth 2.0, OIDC e SAML Autenticação própria do painel
Onde roda No seu ambiente ou operado por nós — decisão sua Onde você instalar No servidor de hospedagem que tem a licença
Melhor cenário Empresa que quer acesso unificado e serviços de TI prontos sem montar um time de identidade Organização com time próprio para desenhar e operar a camada de identidade Quem só precisa administrar hospedagem de site e e-mail
Quando o Keycloak é a escolha melhor

Se a sua empresa já tem uma equipe de identidade, precisa de SAML para sistemas antigos, exige federação com vários provedores externos ou tem requisitos de certificação muito específicos, o Keycloak provavelmente atende melhor — e nós ajudamos a implantá-lo, sem empurrar o nosso produto. O APsso é para quem quer o resultado (acesso unificado, portal e serviços funcionando) sem assumir a construção e a operação dessa camada.

Decisões que já vêm tomadas do jeito certo

Centralizar o acesso concentra risco — e é por isso que as escolhas de segurança do produto são conservadoras por padrão, não configuráveis para o lado errado.

Sistema novo nasce fechado

Não basta o sistema estar cadastrado: sem perfil concedido, ninguém entra — inclusive o administrador. Esquecer de restringir deixa de ser possível.

Revogação em um lugar só

Tirar a pessoa do cadastro central encerra o acesso a todos os sistemas plugados. Fim da caçada sistema por sistema no desligamento.

Segredo de integração no cofre

A credencial que cada sistema usa para conversar com o APsso vive no cofre de segredos e é injetada no deploy — nunca fica em arquivo de configuração versionado.

Protocolo padrão, sem invenção

OAuth 2.0 e OpenID Connect implementados sobre base consolidada. Nada de esquema de autenticação caseiro — a parte crítica segue a especificação.

Rastro de concessão

Quem concedeu qual perfil, para quem e quando fica registrado — a resposta que a auditoria pede sobre controle de acesso.

Monitorado como serviço crítico

Cada módulo expõe métricas e é acompanhado pela nossa stack de observabilidade: se o login degrada, o alerta chega antes da reclamação.

Como o APsso entra na sua empresa

Dois modelos de hospedagem e uma implantação por ondas — os sistemas vão sendo plugados um a um, sem virada de chave arriscada.

Operado por nós

A plataforma roda na nossa infraestrutura, com atualização, backup e monitoração por nossa conta. Você usa e nós mantemos — o caminho mais rápido para começar, e o mais comum entre clientes sem time de infraestrutura.

Instalado no seu ambiente

Quando os dados de acesso precisam ficar dentro de casa, o APsso é implantado no seu cluster ou nos seus servidores, com o mesmo padrão de infraestrutura como código que usamos em tudo. A operação pode ficar com você ou conosco.

1
Demonstração

Mostramos a plataforma rodando de verdade e entendemos quais sistemas você quer unificar primeiro.

2
Implantação

Plataforma no ar, cadastro de pessoas e equipes carregado, estrutura de sistemas e perfis desenhada com você.

3
Sistemas plugados

Um sistema por vez entra no login único, começando pelo de menor impacto. O acesso antigo só é desligado depois que o novo funciona.

4
Operação

Time treinado no Módulo de Controle, rotina de concessão e revogação estabelecida, e acompanhamento contínuo.

Perguntas que sempre aparecem

Não. O APsso conversa com os sistemas pelo protocolo padrão de login corporativo (OAuth 2.0 / OpenID Connect) — o mesmo que sistemas modernos já suportam para "entrar com a conta da empresa". Na maioria dos casos é uma configuração no sistema existente, não uma reescrita. Os sistemas entram um por vez, e o acesso antigo continua funcionando até o novo estar validado.

Existem três saídas, avaliadas caso a caso: integrar pelo diretório LDAP, quando o sistema antigo suporta esse tipo de autenticação; colocá-lo atrás de uma camada que exige o login do APsso antes de liberar o acesso; ou deixá-lo fora por enquanto, aparecendo no portal apenas como um atalho. Preferimos dizer "esse não dá para unificar agora" do que prometer uma integração frágil.

Porque o Keycloak entrega o servidor de identidade — e para aí. O portal onde o usuário vê seus sistemas, a administração de sistemas e perfis com regra de negócio, a integração de cada serviço de TI e a operação disso tudo continuam sendo um projeto seu. O APsso já chega com essa camada pronta e operada. Se a sua empresa tem time para construir e manter esse entorno, o Keycloak é uma ótima base — e ajudamos a implantá-lo também, sem tentar empurrar o nosso produto.

O APsso trabalha com diretório LDAP, que é a base do Active Directory — a integração é avaliada no diagnóstico, considerando o seu domínio e como as contas são mantidas hoje. Também é comum o caminho inverso: o APsso passa a ser a fonte das pessoas e alimenta um diretório para os sistemas que ainda dependem dele.

É o risco real de centralizar, e ele é tratado de frente: quem já está com sessão aberta continua trabalhando, a plataforma é monitorada como serviço crítico (alerta antes da reclamação), roda com mais de uma réplica quando o ambiente permite, e existe procedimento de contingência documentado. Vale lembrar o outro lado da conta: seis sistemas com autenticação própria são seis pontos de falha e seis lugares onde uma senha pode vazar.

Como a integração usa protocolo aberto, trocar o provedor de identidade é reconfigurar os sistemas para apontar para outro — não reescrever nada. Os dados de pessoas, equipes e permissões são seus e exportáveis. Fazemos questão dessa porta de saída existir: é o que mantém a relação baseada em entrega, e não em dificuldade de migração.

Não. O passkey usa o que o usuário já tem: a digital ou o reconhecimento facial do celular, o leitor do notebook, ou o PIN do próprio aparelho. Chave física é opcional, para quem quiser esse nível a mais em contas críticas. E a adoção não precisa ser de uma vez: passkey e senha convivem durante a transição, com o time migrando no ritmo que fizer sentido.

Nada de traumático — e essa é justamente a intenção. Como a plataforma não guarda uma base própria de senhas, o seu diretório continua sendo a fonte da credencial, com a política de senha que você já aplica. Sair do APsso não exige migrar senha nem forçar todo mundo a redefinir acesso: as contas continuam onde sempre estiveram.

O sistema do cliente passa a tratar a pessoa do Gestor de Equipes como a identidade dela, e guarda ao lado só os atributos do próprio domínio — matrícula, cargo, lotação, vínculo. Esses atributos voltam para a identidade e chegam ao portal e aos demais sistemas no momento do login. O resultado prático: o portal sabe que quem entrou é docente ou terceirizado sem ter integração alguma com o sistema de RH, e o RH continua dono dos dados que são dele. O desenho dessa extensão é feito junto com o time que mantém o sistema, na implantação.

Depende do modelo escolhido — plataforma operada por nós ou instalada no seu ambiente — e do tamanho da empresa em usuários e sistemas plugados. O valor é fechado depois da demonstração, quando já sabemos o que precisa ser integrado; não trabalhamos com cobrança por login nem com surpresa de consumo no fim do mês.

Quer ver o APsso funcionando de verdade?

A demonstração é feita num ambiente real, com os serviços plugados — e já dá para discutir quais dos seus sistemas entrariam primeiro.

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