Projetamos e provisionamos a sua infraestrutura como código: nuvem pública quando elasticidade e serviços gerenciados compensam, nuvem privada com Proxmox VE ou XCP-ng quando custo previsível e dados dentro de casa falam mais alto. O fluxo de trabalho é o mesmo nos dois — Terraform, repositório versionado, esteira automática.
Se mais de dois destes itens descrevem a sua situação, o problema não é falta de servidor — é falta de método para criar e controlar servidor.
A fatura da nuvem sobe e ninguém explicaRecursos criados pelo console para "um teste rápido" que ficaram ligados. Sem inventário, o corte de custo vira adivinhação.
Ambiente novo demora semanasCada máquina é montada à mão, no ritmo de quem tem tempo. Um projeto novo espera infraestrutura em vez de esperar código.
Dado sensível em provedor estrangeiroContrato, cliente ou LGPD exigem saber exatamente onde o dado está — e a resposta hoje é "numa região que alguém escolheu no cadastro".
Hardware ocioso no rackServidores já comprados, com capacidade sobrando, rodando uma aplicação cada — enquanto a empresa paga máquina virtual na nuvem.
Receio de ficar preso ao provedorTudo depende de serviços proprietários de uma nuvem só, e trocar significaria reescrever a operação inteira.
Não existe plano de recuperação testadoSe o datacenter (ou a conta na nuvem) cair hoje, ninguém sabe em quanto tempo o ambiente volta — porque nunca foi cronometrado.
Não defendemos um modelo por princípio. Defendemos que a escolha seja consciente — e que ela fique escrita em código, para poder ser revista depois sem refazer tudo.
Você aluga capacidade e serviços prontos, paga pelo uso e escala em minutos — sem tocar em hardware.
O seu próprio hardware virando uma nuvem interna: máquinas virtuais e contêineres criados sob demanda, no seu rack ou num datacenter de sua escolha.
A combinação mais comum na prática: núcleo estável em casa, elasticidade e recuperação de desastre na nuvem pública.
Virtualização open source de nível empresarial, sem licença por processador e sem contrato mínimo. Você continua criando máquina por código, com snapshot, migração ao vivo e alta disponibilidade — só que o hardware é seu e a conta é previsível.
terraform apply que cria um droplet — muda o arquivo de variáveis, não o processo nem quem sabe operar.
Quando não há redundância elétrica e de link, quando ninguém consegue trocar um disco no fim de semana, ou quando a carga é tão irregular que você compraria capacidade para usar 10% do tempo. Nesses casos, a nuvem pública é mais barata e mais segura — e vamos dizer isso, mesmo custando um projeto menor.
Uma leitura rápida para levar à reunião de decisão. Nenhuma coluna é "a melhor" — cada uma é a melhor para um contexto diferente.
| Critério | Nuvem pública AWS / DigitalOcean |
Proxmox VE KVM + LXC, no seu hardware |
XCP-ng Xen, no seu hardware |
|---|---|---|---|
| Modelo de custo | Variável, por hora/consumo. Cresce com o uso e com o câmbio | Fixo: investimento no hardware + energia. Sem custo por máquina criada | Fixo, mesmo racional do Proxmox |
| Licenciamento | Não se aplica — está embutido no preço | Open source; assinatura opcional só para repositório estável e suporte | Open source; suporte comercial opcional pela Vates |
| Tecnologia | Hipervisor do provedor (transparente para você) | KVM para máquinas virtuais e LXC para contêineres de sistema | Hipervisor Xen, com paravirtualização madura |
| Gestão | Console web e API do provedor | Interface web nativa em cada nó, com visão de cluster | Xen Orchestra (interface web centralizada) |
| Provisionamento por código | Terraform com provider oficial | Terraform + API própria; templates cloud-init | Terraform via Xen Orchestra; templates cloud-init |
| Alta disponibilidade | Zonas e regiões do provedor, contratadas à parte | Cluster com failover automático a partir de 3 nós | Pool com HA a partir de 3 hosts |
| Migração ao vivo | Não se aplica (é responsabilidade do provedor) | Sim, entre nós do cluster | Sim, entre hosts do pool |
| Backup | Snapshot cobrado por volume armazenado | Proxmox Backup Server: incremental, com deduplicação | Backup incremental e replicação pelo Xen Orchestra |
| Elasticidade | Ilimitada na prática — cresce em minutos | Limitada ao hardware instalado; ampliar exige compra | Mesma limitação física |
| Onde os dados ficam | Região escolhida no provedor, sob jurisdição dele | No seu rack, sob sua guarda e seu contrato | No seu rack |
| Responsabilidade física | Do provedor: energia, refrigeração, peça, link | Sua (ou do datacenter onde o equipamento estiver hospedado) | Sua, mesmo cenário |
| Melhor cenário | Carga irregular, time enxuto, necessidade de serviços gerenciados | Carga estável, exigência de dado local, hardware disponível | Quem já vem de XenServer/Citrix e quer sair da licença |
Some 36 meses de nuvem pública para a sua carga estável e compare com o custo de dois ou três servidores mais colocation. Em cargas previsíveis, a nuvem privada costuma vencer com folga; em cargas que variam muito, perde feio. Fazemos essa conta com os seus números antes de recomendar qualquer coisa — e mostramos a planilha.
Do desenho da arquitetura ao ambiente rodando, com o código que reconstrói tudo do zero se for preciso.
Topologia, dimensionamento e escolha de modelo — com o porquê de cada decisão escrito, não só o diagrama.
Módulos reutilizáveis por ambiente, com plan revisável antes de qualquer aplicação.
VLANs ou VPCs, sub-redes, regras de firewall e acesso administrativo restrito — tudo declarado em arquivo.
Proxmox VE ou XCP-ng configurado, com storage, rede, HA e templates prontos para clonar.
Rotina automática, retenção definida e um teste real de restauração — com o tempo de retorno medido, não estimado.
Plano de janela, ordem de migração e caminho de volta definido antes de mexer em qualquer serviço em produção.
Chaves de provedor e senhas de acesso ficam no cofre, nunca no repositório — detalhado em segurança & segredos.
Capacidade, disco, temperatura e disponibilidade acompanhados — integrado à nossa stack de observabilidade.
Runbooks curtos para as tarefas de rotina: criar máquina, restaurar backup, substituir um nó, ampliar storage.
Quatro etapas, com ponto de decisão no fim da primeira — você só segue se a conta fizer sentido.
Inventário do que existe, medição da carga real e comparativo de custo entre os modelos, com os seus números.
Desenho da topologia, dimensionamento, plano de rede, de backup e de recuperação de desastre.
Terraform escrito e aplicado, cluster instalado, ambiente de homologação no ar antes da produção.
Cargas migradas em janelas acordadas, monitoração ligada, documentação entregue e time treinado.
Ferramentas abertas e padrões de mercado, para que a operação não dependa de nenhum fornecedor específico — incluindo nós.
Levantamos a sua carga real e mostramos a comparação de custo em números — sem compromisso, e sem torcida por um dos lados.